A maior mobilização mundial para a prática de atividades física já realizado pela humanidade

Última modificação 10:34, 24 Jan 2019 por  gubadaro

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    O próximo domingo, dia 09 de abril de 2028, é um dia histórico para a humanidade. Superando o recorde do ano passado, que era de 1 bilhão e 400 mil pessoas, o "Physical Co_Criactivity", maior mobilização mundial para a prática de atividades física já realizado pela humanidade, encerrou as incrições no último dia 27 de março com um total 2 bilhões e 195 mil inscritos.

    Estima-se que o esforço potencial total de toda essa gente poderá render um salto de 15% no FIB (Indicador de Felicidade Interna Bruta) do planeta. Desde a sua criação em 2025, o Physical Co_Criactivity vem condicionando saltos exponenciais na redistribuição de recursos escassos por todo planeta, a cada nova edição.

    Uma constatação curiosa é quem os países com maior número de inscritos esse ano são exatamente aqueles que receberam o maior eforço físico nas duas primeiras edições. Não a toa, esses países também tiveram o maior incremento no FIB nesses 2 ultimos anos. Burundi, Tanzânia, Síria, Ruanda, Togo, Guiné, Libéria, Sudão do Sul e Iêmen eram os paises com maiores taxas de infelicidade no mundo em 2018, segundo um relatório da ONU publicado naquele ano e, por isso, foram escolhidos através das redes sociais por uma grande maioria dos atletas para receberem esforcos colaborativos relacionados ao evento. O resultado foi que a taxa de felicidade declarada, que era em média de 11%, chegou a 85% da população em apenas 2 anos. 

    Só para se ter ideia, no evento do ano passado, com apenas 36 horas, nesses países foram construídas 35 mil moradias, cavados 14 mil e quinhetos poços artesianos, preparados 20 mil quilomentros de solo e coletados 1/8 de todo o lixo que estes países tinham pelas ruas. Isso sem contar toda redistribuição de recursos como sementes e fertilizantes que condicional um aumento significativo da participação desses países nas relações economicas mundiais.

    De alimentos doados à tratores que estavam parados em países do outro lado do globo, tudo se movimenta de forma rápida e organizada, através de comunicação aberta em grupos que vão sendo formados e extintos de forma muito dinâmica no Telegram.  Outra força colaborativa que foi comprtilhada com o evento este ano foram as Forças Amadas (antiga Forças Armadas) dos países que integram o GZero (grupo dos paises menos poluentes do planeta). Essas organizações estarão disponibilizando seus veículos terrestres e aereos em todo mundo para serem usados em processos logísticos de distribuiçãos dos recursos.

    Uma das metas mais audaciosas foi estabelecida por um grupo de surfistas e mergulhadores (são aproximadamente 78 mil atletas no grupo do Telegram criado para essa meta) para o evento deste ano é limpar o Lixão do Atlantico (nome dado a uma mancha de lixo com  1,6 milhão de metros quadrados de detritos e 79 mil toneladas de plástico que fica boiando no mar proximo ao estado da Calfórnia nos EUA) inteiramente durante as 36 horas de evento. Só para tranportar esses atletas e todo o lixo que será retirado serão alocados 70 porta aviões e 300 aviões de carga das Forças Amadas dos EUA, China e Russia. O lixo deve ser inviado a paises que estão despontando com novas tecnologias de reciclagem e reaproveitamento de plástico, como o Brasil, Chile, Venezuela e México. 

    No dia do fechamento das inscrições, a PHYSICO - o criptoasset que recompensa os participantes do evento - finalmente alcançou a cotação necessaria para que um atleta possa se manter e viver de forma suficiente por toda a vida, com apenas 1 PHYSICO, caso continue gerando energia colaborativamente. 

    O evento se originou a partir de estudos desenvolvidos por um movimento colaborativo inciado por Gustavo Badaró em Lavras (estado de Minas Gerais) no Brasil, que propos um movimento disruptivo para o esporte a partir da análise do Frescobol (atividade praticada com raquetes de madeira e bolas de borracha em que os participantes jogam a favor do outro e que é muito comum nas praias brasileiras) que foi oficializado em 2021 como a primeira modalidade esportiva colaborativa.

     
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